sexta-feira, 7 de agosto de 2009

VESTIMENTA E ABRIGOS USADOS NA REGIÃO ÁRTICA

O ecossistema ártico é um dos mais hostis. O frio extremo, a baixa produtividade biológica da tundra, os longos períodos de luz e escuridão, além dos riscos do trabalho na neve e no gelo fazem parte do dia-a-dia da população esquimó, a qual se autodenomina inuit. Essas adversidades do ambiente ártico foram contornadas por diversas vias: formas flexíveis de organização social, grande conhecimento dos hábitos dos animais, vestuários e abrigos adaptados ao ambiente, entre outros ajustes.

1.1- Ajustes Reguladores Culturais:

O isolamento adequado é uma importante forma de se prevenir o estresse ocasionado pelo frio. Essa questão implica dois problemas: o de manter um aquecimento contínuo e o de evitar o superaquecimento durante períodos de atividade intensa. Se este segundo problema não for devidamente solucionado, o fato das vestimentas estarem embebidas em suor, ou congeladas, anula a eficácia de sua proteção. Já se observou que isto às vezes ocorre. Segundo relatos de pesquisadores, os inuit penduram suas roupas para que a umidade congele e, depois, retiram o gelo batendo com uma vareta. Eventualmente, eles têm de raspar o couro para que recupere sua maleabilidade.
Dois métodos são comumente utilizados para evitar o superaquecimento. No verão, época de trabalho intenso, os inuit removem suas parkas, o que proporciona uma temperatura externa relativamente fresca. O método mais importante, porém, é o próprio desenho da indumentária inuit. O traje tradicional das regiões árticas possui diversas aberturas com respiradouros através dos quias o ar constantemente entra e sai. Esta é uma forma por meio da qual os inuit adaptaram seu vestuário às condições ambientais. O outro principal fator de isolamento é que as roupas possuem inúmeras camadas que retêm e aquecem o ar, agindo como um isolante. Além disso, sendo a camada externa impermeável, e à prova de vento, a roupa conserva o calor e impede a entrada de frio e umidade. Por causa da dificuldade de combinar atividade e condições do tempo com vestuário, quando em movimento, é comum que os inuit tenham de tolerar graus moderados de desconforto térmico sob tais circunstâncias. A solução para este problema consiste em vestir-se com roupas bem quentes, e tolerar a transpiração durante os períodos de trabalho e o frio durante os períodos de descanso.
As botas (kimik) requerem uma atenção especial. Sob temperaturas abaixo de zero o gelo afiado pode cortar os melhores calçados, sendo necessário que se tome muito cuidado para que essa peça do vestuário esteja bem protegida. As solas são tradicionalmente feitas de pele de foca cuidadosamente preparada, enquanto a parte superior é fabricada com lascas de pele de foca anelada. Os calçados apresentam uma costura bastante resistente, porém evita-se fazer buracos com agulha, a fim de assegurar impermeabilidade. As meias são feitas com delicada pele de lebre das regiões árticas e mantidas secas com a inserção de chumaços de grama seca entre a sola da bota e a sola do pé. Esse chumaço de grama seca absorve qualquer umidade que possa penetrar pelo exterior ou decorrente da transpiração dos pés. De forma semelhante, as luvas de pele de foca são também recheadas com grama seca para proteger as mãos durante longas viagens.
Assim como o vestuário, os abrigos inuit têm de conservar o calor e ser a prova de vento. A casa adaptada ao frio deve evitar a perda de calor por meio de uma arquitetura compacta, manter as áreas superficiais externas pouco expostas, utilizar materiais isolantes e aumentar a reflexão de calor, a partir de fontes internas (por exemplo, lâmpadas, forno e calor corporal). Quando envolvidos em atividades nômades em busca de subsistência, os inuit constroem abrigos com blocos de neve. Esses abrigos (iglus)tem sido descritos como muito bem isolados em virtude da grande quantidade de pequenas celulas de ar existentes no gelo. Os iglus oferecem pouquíssima resistência ao vento, proporcionam o máximo de volume com o mínimo de área de superfície e ficam muito bem aquecidos com a utilização de uma lâmpada a óleo de foca, que também ilumina o interior. O calor da lâmpada derrete muito pouco a superfície interna dos blocos de neve, que recongela durante a noite, formando, assim, uma suave superfície refletora que conserva o calor radiante. A superfície externa fica incrustada com neve, formando um lacre hermético.
No verão, utilizam-se os tupiks (tendas de pele de foca). As tendas, de pele escuras para absorver a energia solar, possuem uma camada dupla e proporcionam uma temperatura confortável nos períodos mais quentes. Os tupiks são feitos com diversas peles de foca, costuradas de modo a formar uma capa contínua. Para a confecção de tendas de grande porte, é preciso bem mais do que sessenta peles. As superfícies interna e externa criam uma área de ar estagnado que facilita o aquecimento durante os períodos frios, mas que pode ser aberta nos meses de verão.



O EFEITO CHAMINÉ NA VESTIMENTA DE PELE DOS INUIT - OS RESPIRADOUROS DO TRAJE PODEM SER ABERTOS SOLTANDO-SE OS CORDÕES PREVENINDO O ACÚMULO DE SUOR.
(Fonte: Geografia: Volume Único: Ensino Médio - FILIZOLA, Roberto - Editora IBEP, São Paulo/SP, 2005)


INUITS COM SEUS TRAJES
(Fonte: www.googleimagens.com.br)


HABITAÇÃO INUIT - IGLU
(Fonte: www.googleimagens.com.br)

terça-feira, 28 de julho de 2009

PATRIMÔNIOS CULTURAIS E ATRAÇÕES NATURAIS DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES

O município de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de janeiro, apresenta uma riqueza histórica impar tendo em seu território um legado cultural imenso representado por diversas construções que ilustram fases aureas passadas pelo município, que se destacou em várias fases vividas por nosso país.

1- Patrimônio Cultural de Campos dos Goytacazes:

1.1- Basílica do Santissimo Salvador:

Foi a primeira igreja de Campos, mandada construir pelo donatário Salvador Corrêa de Sá e Benevides, em 1652, no local onde hoje esta localizada a igreja de São Francisco. Foi transferida para o local onde hoje se encontra em 1678. Em 1722 foi substituída por outra mais ampla, mais de acordo com o desenvolvimento da vila. Em 1929, foi elevada a categoria de Catedral, quando então foi demolido o templo para dar lugar à atual matriz. Em estilo neoclássico, onde se destacam seus 32 vitrôs ricamente trabalhados, obra de Dom Henrique Fernandes Morão, 1º Bispo de Campos e do Monsenhor de Barros Uchôa que forão inaugurados em 1935, por ocasião do centenário da cidade. Foi elevada a Basílica Menor em 1965 pelo Papa Paulo VI.


BASÍLICA DO SANTÍSSIMO SALVADOR
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.2- Igreja e Solar do Colégio:

Fundado pelos jesuítas, situado na Fazenda do mesmo nome e localizado em Goytacazes, recebeu também o nome de Solar dos Jesuítas, teve sua construção finalizada no final do século XVI, abriga uma Capela com a talha do altar-mor toda coberta em ouro velho e figuras angelicais com características de caboclos, atualmente abriga o Arquivo Municipal.


IGREJA E SOLAR DO COLÉGIO
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.3- Igreja de São Francisco:

Possui um grande acevo de arte sacra barroca e se destaca por ter sido originalmente a capela em homenagem ao Santíssimo Salvador. Ao seu redor surgiu a Vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes. No local onde hoje se encontra a igreja, foi celebrada a 1ª missa em Campos, no ano de 1652, antes da criação da Vila.


IGREJA DE SÃO FRANCISCO
Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.4- Mosteiro de São Bento:

Sua construção teve início na metade do século XVII, por volta de 1636, sendo concluída somente em fins do século XVIII. Em 1965, um incêndio destruiu parte da igreja junto com seu mobiliário. O conjunto é formado pelo convento, a capela e cemitério. Hoje o mosteiro é sede da paróquia de Nossa Senhora do Rosário, e administra 35 capelas. Está sediado na Praça de São Bento, sem número, no distrito de Mussurepe.


MOSTEIRO DE SÃO BENTO
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.5- Asilo da Lapa e Igreja da Lapa:

Conjunto arquitetônico erguido em 1748 na curva da Lapa, à margem do rio Paraíba do Sul, onde segundo a lenda, reside o Ururau da Lapa. Trata-se da mais privilegiada vista da cidade. A construção da igreja começou em 1740. Possuia duas torres, mas em 1863 uma faísca elétrica fundiu a cruz das torres situadas no lado esquerdo do templo, causando sérias avarias. Em 1872, recebeu sua primeira reforma. Abriga atualmente objetos e mobiliários antigos do Museu Barbosa Guerra.


ASILO DA LAPA E IGREJA DA LAPA
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.6- Liceu de Humanidades de Campos:

Foi residência de José Martins Pinheiro, o Barão da Lagoa Dourada, um dos fazendeiros mais ricos de Campos e que muito se esforçou para o desenvolvimento e prosperidade da cidade. As obras do Solar do Barão da Lagoa Dourada tiveram início em 1861 e foram concluídas em 1864. O atual jardim do Liceu era o jardim da residência do Barão. A construção tem uma fachada no estilo neoclássico e uma tradicional combinação de ordem toscana no pavimento térreo com a jônica no pavimento superior. O salão nobre mostra as marcas arquitetônicas, testemunhas de um período de prosperidade.


LICEU DE HUMANIDADES DE CAMPOS
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.7- Solar da Baronesa:

Situado as margens do rio Muriaé, com arquitetura de estilo neoclássico, foi construído no século XIX, na fazenda de São Francisco de Paula, de propriedade de Manoel Pinto Netto da Cruz (Barão de Muriaé). O solar ficou conhecido como "Solar da Baronesa" em virtude de seu proprietário ter morrido cedo e sua viúva, Rachel Francisca de Castro Netto da Cruz, ter vivido nele por mais vinte anos. Em 1985, iniciou-se a construção do Instituto Internacional de Cultura, com arquitetura moderna, ao lado do antigo Solar.


SOLAR DA BARONESA
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.8- Vila Maria:

Belíssima construção em estilo Vilinóitaliano, foi originalmente residência da usineira Maria Queiroz de Oliveira, a "Finazinha de Queiroz". Posteriormente, sediou a Prefeitura Municipal e hoje abriga a Casa de Cultura da UENF. Construída para residência unifamiliar, suas características são as das "Villas Italianas" do começo do século XX.


VILA MARIA
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

1.9- Solar dos Ayrizes:

Belissímo exemplar da arquitetura barroca campista, possui toda sua estrutura em peroba e pau-brasil. Segundo a lenda, nele residia a escrava Isaura.


SOLAR DOS AYRIZES
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

2- Atrações Turísticas de Campos dos Goytacazes:

2.1- Parque Estadual do Desengano:

Localizado em Morangaba, 9º Distrito de Campos dos Goytacazes, no coração do Imbé, abrange os municípios de Campos dos Goytacazes, São Fidélis e Santa Maria Madalena. A região concentra cachoeiras como a Tombo d'Água, Maracanã e Tobogã que abastecem corredeiras propícias a canoagem no rio Mocotó e Imbé, que desaguam suas águas límpidas na Lagoa de Cima, redesenhando os lagos suiços em terras tropicais. O lago dos sonhos como chamou D. Pedro II. A cachoeira Tombo d'Água fica na fazenda Mocotó e tem queda d'água de incríveis 70 metros ficando a 250 metros acima do nivel do mar. Suas águas formam uma piscina de água super límpidas, já a Maracanã, bem próxima a outra, tem como diferencial as formas rochosas de seu entorno, que lembram claramente a arquibancada de um estádio, por isso seu nome. O Parque Estadual do Desengano é hoje um refugio para animais ameaçados de extinção e preserva ainda espécies raras de fauna e flora.


CACHOEIRA TOMBO D'ÁGUA - PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)


CACHOEIRA MARACANÃ - PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO
(Fonte: Campos dos Goytacazes (RJ). Prefeitura Municipal - Perfil 2005, Instituto Superior de Ensino do CENSA, FUNDENOR, Campos dos Goytacazes, 2006.)

sábado, 25 de julho de 2009

ATACAMA - O DESERTO MAIS ÁRIDO DO MUNDO

O deserto do Atacama está localizado na região norte do Chile. Com cerca de 200 km de extensão, é considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, pois chove muito pouco na região, em conseqüência das correntes marítimas do Pacífico não conseguirem passar para o deserto, por causa de sua altitude. Assim, quando se evaporam, as nuvens úmidas descarregam seu conteúdo antes de chegar ao deserto, podendo deixá-lo durante épocas sem chuva. Isso o torna de aridez incrível.
As temperaturas no deserto variam entre 0ºC à noite e 40ºC durante o dia. Em função destas condições existem poucas cidades e vilas no deserto; uma delas, muito conhecida, é San Pedro do Atacama ou São Pedro do Atacama, que tem pouco mais de 3 000 habitantes e está a 2 400 metros de altitude. Por ser bem isolada é considerada um oásis no meio do deserto e o principal ponto de encontro de viajantes do mundo inteiro, mochileiros, fotógrafos, astrônomos, cientistas, pesquisadores, motociclistas e aventureiros.
Apesar de pequena e isolada no coração do deserto mais árido do mundo, San Pedro possui uma vida agitada, mesmo depois da meia noite, os bares e restaurantes ficam lotados com pessoas conversando e planejando o dia seguinte.

1- História:

A região foi primeiramente habitada pelos atacamenhos, povo da região juntamente com a civilização dos nativos aymaras, ambos deixaram um legado inestimável em termos arqueológicos, daí o seu nome deserto do Atacama.
Tal riqueza é guardada em importantes museus, salientando-se o Museu de San Miguel de Azapa localizado no Vale de Azapadadeduer distante 12 km de Arica e o Museu Del Padre Le Paige, em San Pedro do Atacama.
Há importantes manifestações de arte rupestre pré-colombianas na região, que é o berço de uma das maiores esculturas de figura humana feita na pré-história, o Gigante do Atacama.
Nas entranhas do deserto também podem-se descobrir ruínas intactas como as Vivendas Circulares de Tulor, que datam do 800 a.C., e as pukaras, fortalezas de defesa em Quitor e Lasana, além do centro administrativo Inca em Catarpe,Aricae Ásia.

2- Clima:

Possui clima quente durante o dia e frio à noite, mas ao longo do ano é seco, apresentando variações de temperatura que vão de 0°C a 40°C. A falta de chuva nessa região é devida às correntes marinhas do Pacífico. A corrente marinha de Humboldt, deixa o ar muito frio, que ao se chocar com as correntes quentes do Pacífico geram condensação e consequentemente chuva. Porém, até chegar no deserto, as nuvens se descarregam chegando lá já vazias, fazendo com que não chova lá. Já foi registrado como o menor índice pluviométrico do planeta.

3- Flora e Fauna:

É formada basicamente por árvores de pequeno porte, arbustos e cactos. Possui um terreno muito seco pouco propicio a brotar plantas. A fauna é formada por animais pequenos como ratos, lagartos e cobras, também há presença de lhamas, guanacos, flamingos e outros animais que com o tempo foram se adaptando ao clima.

4- Geografia:

O terreno da região é bastante diversificado tanto no aspecto de altitude como de formação, variando de altitudes quase ao nível do mar até 6 885 metros, como no caso do vulcão Ojos del Salado. Também encontram-se áreas marcadas por erosão, dunas e montanhas. O solo é diversificado, mas é composto basicamente de sal e areia.

5- Hidrografia:

A região, apesar de ser seca e não apresentar um índice pluviométrico relevante, apresenta alguns lagos com água quase todo o ano, servindo de fonte de vida tanto para os habitantes da região quanto para os animais os quais lá habitam.

6- Curiosidades:

* O deserto do Atacama é o lugar na Terra que passou mais tempo sem presenciar chuvas, sendo registrados 400 anos sem indícios de chuva.
* É considerado o deserto mais alto e árido.
* Apesar de não haver chuvas é quase comum nevar em partes da região perto dos vulcões.
* O Deserto do Atacama pode ser comparado com algumas cidades em certas épocas como Campo Grande nos períodos de Setembro, pela causa da umidade do ar ficar mais baixa que o deserto mas a temperatura menor.
* Já foi palco de muitos programas jornalísticos e outras atrações culturais. Os clipes musicais "Ciúmes", da ainda cantora Angélica e "Frozen", da diva pop Madonna também foram gravados sobre o famoso Mar de Sal do deserto.
* Este deserto é o palco do clímax do filme Quantum of Solace, no eco - hotel Perla de las Dunas.
(Fonte: www.wikipedia.com.br)


SAL NO DESERTO DE ATACAMA - CHILE
(Fonte:www.google.imagens.com)


DESERTO DE ATACAMA - CHILE
(Fonte:www.google.imagens.com)


DESERTO DE ATACAMA - CHILE
(Fonte:www.chaonosso.com.br)


DESERTO DE ATACAMA - CHILE
(Fonte:www.revistaminhaviagem.uol.com.br)


MAPA DO CHILE.
(Fonte: www.gochile.cl)


REGIÃO NORTE DO CHILE - ONDE ESTA LOCALIZADO O DESERTO DE ATACAMA.
(Fonte: www.gochile.cl)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

OS PONTOS EXTREMOS DO BRASIL

1- Localização Geográfica do Brasil:

O Brasil está situado na América do Sul. Banhado a leste pelo Oceano Atlântico, possui várias ilhas oceânicas, destacando-se as de Fernando de Noronha, Abrolhos e Trindade. Ao norte, a oeste e ao sul limita-se com todos os países do continente sul-americano, excetuando-se o Chile e o Equador.
O território brasileiro é abrangido por quatro fusos horários, o que significa que as ilhas oceânicas têm uma hora de adiantamento em relação a hora de Brasília, enquanto que as áreas a oeste têm diferença de uma ou duas horas a menos.

A seguir são apresentados os pontos extremos do Brasil, acompanhados do mapa físico do país.

Setentrional:
a nascente do rio Ailã, no monte Caburaí, Roraíma, fronteira com a Guiana.

Em 1930, o Marechal Cândido Rondon organizou uma expedição ao Monte Caburaí e chegou a afirmar que se tratava do extremo norte do Brasil.
Mesmo assim, aquelas terras permaneceram por muito tempo esquecidas e o Oiapoque, no Estado do Amapá, ficou sendo considerado o ponto onde começaria o Brasil. Há alguns anos, descobriu-se que o Caburaí fica ao norte exatamente 84 km a mais do que o Oiapoque.

Meridional:
uma das curvas do arroio Chuí, Rio Grande do Sul, fronteira com o Uruguai

Oriental:
Ponta do Seixas, na Paraíba

Ocidental:
as nascentes do Rio Moa, na serra de Contamana ou do Divisor, Acre, fronteira com o Peru.
(Fonte: www.ibge.gov.br)




MAPAS COM OS PONTOS EXTREMOS DO BRASIL.
(Fonte: www.oguiageografico.wordpress.com)


COMPARATIVO ENTRE O OIAPOQUE E O MONTE CABURAÍ EM RORAIMA - PONTO EXTREMO NORTE DO BRASIL.
(Fonte: www.images.google.com)


MONTE CABURAI - ESTADO DE RORAIMA.
(Fonte: www.mundovestibular.com.br)


FOZ DO ARROIO CHUÍ NO ATLÂNTICO - RIO GRANDE DO SUL - LIMITE MERIDIONAL (SUL) DO BRASIL. (A DIREITA DA FOTO TERRITÓRIO BRASILEIRO A ESQUERDA TERRITÓRIO URUGUAIO)
(Fonte: www.popa.com.br)


PONTA DO SEIXAS - NA PARAÍBA PONTO EXTREMO ORIENTAL (LESTE) DO BRASIL.
(Fonte: www.images.google.com)


NASCENTE DO RIO MOA - ACRE - PONTO EXTREMO OCIDENTAL DO BRASIL.
(Fonte: www.mundovestibular.com.br)